quarta-feira, 9 de setembro de 2009

child

Gostava de me encontrar ... não a celinha mulher... tou a ficar cansada dela ... é chata... mas a celinha criança onde tudo é permitido e nada é proibido.. mas onde?? onde foi que a deixei...

sexta-feira, 20 de março de 2009

What If...

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Sei la...

Por vezes penso do que seria ... se não tivesse um motivo... se não transpirasse por consumir a razão; não aspiro andar pelas mais altas montanhas; muito menos sobrevoa-las no infinito do céu no meu mais puro inconsciente... apenas quero saber o que elas me representam quando as olho; apurar os sentidos e sentir o seu cheiro ; sentir no paladar o seu amargo pela força da natureza ou a sua música extasiante como se fossem fadas da terra a soltar a sua ruidosa fragância.....
Não quero ser mais do que aquele que imagina alto e brinca com o presente ... sei lá...

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Floresta... a minha floresta...



















Entrei devagarinho bem devagarinho no meu sono profundo... em que me sinto leve como as penas e suave como as fadas. procuro devagarinho a folha da árvore que me fará sentir aconchegada protegida pelas forças da mãe natureza; e o ar é fresco; e o cheiro da humidade é aromatizante e relaxante... o mocho que canta; o coelho que se esconde; as cobras que se refugiam... e a luz dos pirilampos guiam o meu caminho como se pertencêssemos a um turbilhão de folhas caídas das árvores no outono envoltas numa pequena ventania... e sinto-me bem.. sinto-me bem...

Incongruente





















O turbilhão que sinto quando penso nas minhas inúmeras formas formas de ver a minha vida... não sei se grite, se chore, se desato numa risada descontrolada a espera do infortúnio cómico que me avizinha...
E ao mesmo tempo que me vou acalmando penso o quão idiota que sou... no sentido figurativo ou no sentido literal da palavra? Não faço a p.... ideia, o desespero cega... sufoca, amarra e permanece até ser consumida por alguns sentimentos agradáveis e pensar que faz tudo parte da dose de thc no sangue e que amanhã tudo será diferente. Todos os dias esperanço-me disso não sei se em vão, mas se desistir não saberei se valeu a pena.. ou não.

sábado, 27 de setembro de 2008

saturday afternoon




mademoiselles says: upa upa

Brisas Perfumadas


















Ruas com gente,
Gentes apressadas ...
Um mendigo.. outro demente tudo no meio do alvoroço; e as gentes que passam nada sentem ... por nada páram... e eu ando ali meia perdida trocando contas com a mente. Sentindo cheiros de variados perfumes uns mais suaves, outros mais extasiantes .. alguns deles outros delas... e tudo se difundindo na brisa da manha enevoada e fria... Não sei por onde ia questionava-me quem era... perdida pelos sons da cidade.. fria e sensual ...


sei la divagações...

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Schiuuuu!







mademoiselle celinha

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

thougths...













Normalmente quando nos sentimos preenchidos temos sempre razões de ver o mundo mais leve de forma mais colorido em que não conseguimos controlar as emoções nem as sensações… mas estranhamente vejo tudo da mesma forma… talvez porque de repente pensei no assunto e me sinto mais amadurecida.

O lado de menina mulher já está a desaparecer... será?

Pensei que poderia preservá-lo sempre mas ao que parece errar é humano … eu sou apenas uma pequena amostra deambuladora…

Se bem que neste caso acho que gosto dessa sensação... tem um lado sensato … mas nada tira-nos a velha e conhecida sensação de nos sentirmos um pouco fugidos de nós próprios.

Acho que essa vantagem deixa-me um pouco extasiante em relação a este novo sentimento. Pois é… nós mulheres somos difíceis … porque me sinto incrivelmente bem mas não resisto logo em questionar isso.

Gosto da velha sensação de deixar viver… como se me tivesse despedido da menina que ficou nas nuvens por cima do baloiço, inconsciente, ingénua e leve… e encarar a mulher e todos seus mistérios e complicações.

Mademoiselle celinha.